| Tintas com nanotecnologia eliminam superbactérias de hospitais |
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NanopartÃculas de dióxido de titânio
Mas não será necessário instalar novas lâmpadas nos ambientes hospitalares. Na concentração adequada, as nanopartÃculas são eficientes mesmo quando iluminadas por lâmpadas fluorescentes comuns. "Nós descobrimos que as tintas contendo dióxido de titânio são mais eficientes para matar as bactérias se a concentração das nanopartÃculas for maior do que nas tintas normais. Nossos melhores resultados mostraram que todas a E. coli foram mortas sob luz fluorescente comum," diz a pesquisadora Lucia Caballero, da Universidade Metropolitana de Manchester, na Inglaterra. Tinta bactericida O dióxido de titânio já é utilizado industrialmente em tintas, como branqueador. Mas as tintas comuns possuem outros componentes que neutralizam seu efeito bactericida. A presença de carbonato de cálcio, por exemplo, diminui a capacidade de matar as bactérias em 80%. Os chamados superbugs - superbactérias resistentes aos antibióticos e sistemas de esterilização atuais - estão se tornando uma preocupação mundial não apenas em hospitais, mas também na indústria alimentÃcia e farmacêutica. O novo tipo de tinta com nanotecnologia poderá ser uma arma eficiente e barata na luta contra esse inimigo invisÃvel, mas letal. |

Cientistas anunciaram o desenvolvimento de um novo tipo de tinta contendo nanopartÃculas acionadas pela luz que são capazes de eliminar as superbactérias resistentes a antibióticos e que causam milhares de infecções hospitalares todos os anos.
A nova tinta com nanotecnologia poderá ser utilizada em qualquer superfÃcie, mas principalmente nas paredes e no teto dos hospitais. Os cientistas descobriram que determinadas formas de nanopartÃculas de dióxido de titânio podem matar bactérias e eliminar a sujeira das superfÃcies quando elas são submetidas à luz ultravioleta.